O espaço

O Espaço *********Adalberto de Queiroz Porque a poesia nos coloca em estado-de-emergência – como dizia o Gaston, Eu vos digo: eis-me aqui, acólito do ritual canônico do verbo criando stanzas velhas - atónito (!) com o poder etéreo, soberbo. Sem impertinências, nem pedras pelo caminho, - pedras estão diante dos olhos! as pedras clamarão, agora clamam.... Continue lendo →

Queres ler o quê?

Mais um Poema falado no SoundCloud. Fonte: "Destino palavra", edição do Autor, 2016, p.51/2. Queres ler o quê? Do poeta Jorge de Lima um poema- pergunta me assalta; e me lança a poço tão fundo, de tardia Samaria isolada: - Queres ler o que tão só se entrelê e o resto em ti está? Flor... Continue lendo →

A gênese de um livro (IV)

A taça dourada* O sol não brota; ele se mostra com tudo o que a noite esconde. Sol em minha janela e sua fronde de pinheirinho molhado; amostra de desejo e fonte de toda paz; do que tenho merece graças dar o que não tenho aragem sagaz da chuva que cai a nos molhar. A... Continue lendo →

A gênese de um livro (III)

Canções americanas (2) Ah! azevinheiro em minha janela mas meu coração não está mais lá; estreita era a cama - nós dois nela, mas meu amor está amarrado lá. Mas meu amor está amarrado lá onde a grama está sempre verde o silêncio permite ao nightingale cantar sem que o deserdem. Cantar sem que o... Continue lendo →

Poesia e profecia

Poesia e profecia, draft de poemas do novo livro de Adalberto de Queiroz.

Em lançamento: “Destino Palavra”

Video de apresentação dolançamento do livro de poesia - "Destino Palavra" (Adalberto de Queiroz), na Ube/Seção Goiás.

Destino Palavra

MEU NOVO LIVRO DE POEMAS Breve! Em todas as boas livrarias virtuais do mundo (e algumas presenciais) do Brasil. Saiba mais!

Da série canções mexicanas (iv)

MEXICANAS (4) Cantar uma canção que seja pura umidade Abolir o seco do cerrado com água do mar. O canto assim reproduzido na seca tarde: um por ter vivido e outro por se fabricar. Eis o mister do que se quer molhado – sem espanto ou abalo, na face do fado. Do que do seco... Continue lendo →

Diários de um solitário

Livro I Quando do amor estiver sedento, O peito dorido, a alma em pranto À lágrima cede o cenho franco. Só e triste deve o ser vivente De todos fugir; em busca da prece Do caminhar solitário; ausente. Distante de todos e tudo, em busca de si mesmo, sorvendo do mais fundo: D’alma resgatar o butim de... Continue lendo →

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