Posts curtos

Da série "Gênese de um livro" Os Bichos (VII) - O burrinho. A Ursulino Leão. "Platero e eu*" é história antiga de quando os animais falavam; quem ma contou foi Ursulino - por Leão de sobrenome, mas d'alma um cordeiro cativo. No dia de seu octogésimo ano nós, seus leitores brindados c’oa história de um … Continue lendo Posts curtos

A gênese de um livro (V)

Poema de hoje, 04 de março de 2017. Este poema (ainda em rascunho) nasceu da releitura de Daniel, 4, sob a inspiração de Robert Graves. Creio que posso chamá-lo de "meu Nabucodonosor", mas preferi intitular de "A Queda (I)" - intuindo que outras versões virão e continuações, pois o mito é tremendo. Clique na figura ao … Continue lendo A gênese de um livro (V)

A gênese de um livro (IV)

A taça dourada* O sol não brota; ele se mostra com tudo o que a noite esconde. Sol em minha janela e sua fronde de pinheirinho molhado; amostra de desejo e fonte de toda paz; do que tenho merece graças dar o que não tenho aragem sagaz da chuva que cai a nos molhar. A … Continue lendo A gênese de um livro (IV)

A gênese de um livro (III)

Canções americanas (2) Ah! azevinheiro em minha janela mas meu coração não está mais lá; estreita era a cama - nós dois nela, mas meu amor está amarrado lá. Mas meu amor está amarrado lá onde a grama está sempre verde o silêncio permite ao nightingale cantar sem que o deserdem. Cantar sem que o … Continue lendo A gênese de um livro (III)

Dia dos Namorados na América

Valentine's Day 2017 Mesmo com a advertência de Drummond na memória ("Não faças versos sobre acontecimentos"), ousei um poema para minha musa, neste Valentine's Day in USA. Confira, caro(a) leitor(a). AQ./. Plantation, Florida, US, 14th, Feb/2017.

Poesia e profecia

Poesia e profecia, draft de poemas do novo livro de Adalberto de Queiroz.

A gênese de um livro (II)

Os decapitados* (c)Adalberto de Queiroz Eles vêm ao acaso de todos os cantos do mundo – serão os algozes Atenderam o chamado, às dezenas, depois às centenas; ao fim, milhares Tantos assim que por último não havia onde as cabeças depositar-lhes. Os homens que ali sacrifícios realizam, do deserto eram flores ferozes. As nossas armas … Continue lendo A gênese de um livro (II)