Poesia falada

CONTINUAÇÃO do projeto - agora com poemas de amor (1). ***********************************************************   Poemas lidos nesta versão: Poeminha Amoroso – Cora Coralina   Este é um poema de amor tão meigo, tão terno, tão teu… É uma oferenda aos teus momentos de luta e de brisa e de céu… E eu, quero te servir a poesia numa... Continue lendo →

O espaço

O Espaço *********Adalberto de Queiroz Porque a poesia nos coloca em estado-de-emergência – como dizia o Gaston, Eu vos digo: eis-me aqui, acólito do ritual canônico do verbo criando stanzas velhas - atónito (!) com o poder etéreo, soberbo. Sem impertinências, nem pedras pelo caminho, - pedras estão diante dos olhos! as pedras clamarão, agora clamam.... Continue lendo →

Queres ler o quê?

Mais um Poema falado no SoundCloud. Fonte: "Destino palavra", edição do Autor, 2016, p.51/2. Queres ler o quê? Do poeta Jorge de Lima um poema- pergunta me assalta; e me lança a poço tão fundo, de tardia Samaria isolada: - Queres ler o que tão só se entrelê e o resto em ti está? Flor... Continue lendo →

Comunicação no I Colóquio de Poesia Goiana, 2017

I Colóquio de Poesia UFG,  12 de Junho de 2017 - participação na Mesa coordenada pelo poeta Miguel Jubé, doutorando em Letras pela UFG; tema: "A nova poesia em Goiás". Participação minha com os poetas Edmar Guimarães, Fabrício Clemente e a poetisa Dheyne de Souza. Boa tarde! Concordando com o escritor britânico Gilbert Keith Chesterton... Continue lendo →

Um poema em homenagem a Lúcio Cardoso

Onde presto homenagem a Lúcio Cardoso (1912-1968), poeta e romancista, autor, entre outros e "Crônica da casa assassinada" (1959). Para ler o poema, sobre o personagem Timóteo (2/3 poemas) clique no link do Sway, abaixo. https://sway.com/Qjt2bqCEWuBr5D30?ref=Link

Rascunho

Feliz com a publicação de minha primeira colaboração no jornal Rascunho. Resenha sobre o livro "O método Albertine", de Anne Carson, na edição nr. 206, junho/17 - , que, em breve, deverá estar online no site do jornal. Por ora, fica o registro aos amigos do blog. *O site e o autor são os mesmos,... Continue lendo →

Ao nosso amor…

                                           à Helenir Queiroz. Nada importa menos ao nosso amor que a ingênua rima em flor - rosa nomeada. Pouco importa, ainda que um soneto - pouco importa a forma exata, a rima ao nosso... Continue lendo →

Poema “Oh! navios à barra atados!”

"Oh, navios, à barra atados!" - poema publicado em meu livro "Destino Palavra" (2016) ganhou três publicações de grande alcance. Agora, foi a vez da revista do Sicoob - Ano II, nr. 3 - Maio 2017 - o que me deixa muito feliz. Leia o poema em fac-símile abaixo (ilustr. Amaury Menezes) O livro Destino Palavra... Continue lendo →

Talvez seja este o caso…

Pode ser.

Literatura Goyaz

Fernando Monteiro_Rascunho Afinal

“Os poetas não precisarão participar dessa rodada de desencanto, pois eles já escrevem para um vazio que não é só o das grandes livrarias grosseiras, com sua girândolas de livros de ocasião com capas brilhantes como catarro em parede. Os poetas, como que abençoados por Deus ou pelo diabo, estão escrevendo para leitores tão escassos (há muitíssimo tempo), que se tornaram monges trapistas da literatura, escrevendo em monastérios transformados nos palácios da mente que os libertam de escrever para quem já não possui o código da Poesia, a tábua de decifração (e salvação) do verso que foi carne, no Princípio etc.
“Enfim, os poetas estão libertados pelo silêncio que os cerca – enquanto aqui se convocam, sim, principalmente os praticantes da ficção, nesta hora “vigésima quinta” por obra e graça, em parte, das editoras voltadas, nos últimos anos, quase exclusivamente para aquilo que passou a se entender como sucessos

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